quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

PALESTRA COM DR. TÉRCIO RIBAS

DIA 06 DE FEVEREIRO
(das 14hs às 21hs com intervalos para coffee break)
Local: Anfiteatro da Casa da Cultura de Passos na
Praça Geraldo da Silva Maia, s/n.


DR.TÉRCIO RIBAS - CRM: RJ 5229424-1
Membro da Primeira Igreja Batista de Madureira, médico ginecologista, obstetra, cirurgião, com Pós- graduação em Sexualidade. Abandonou quase toda sua vida profissional para dedicar-se ao Ministério de Casais onde há 14 anos ministra palestrasa casais sobre relacionamento Conjugal e Sexual e prepara noivos para o casamento.


Autor dos livros:

- Melhorando o relacionamento sexual e conjugal (casos selecionados em 10 anos de palestras)
- Preparando-se para o sexo na terceira idade
- Falando de sexo para o jovem e adolescente

Peça seu convite pelo telefone:
(35) 4103-0609 (Pr. Damárcio ou Fátima)

terça-feira, 22 de abril de 2008

Recomeço

Todo fim de ano é a mesma coisa. Um sentimento de “no ano que vem vai ser diferente”. A partir daí começam as auto-promessas, aquelas feitas a si mesmo com profundo sentimento de sinceridade, mas com auto grau de quebra de contrato. São do tipo “ano que vem eu vou emagrecer e voltar usar aquele jeans guardado no fundo do guarda-roupa”, ou “no próximo ano letivo vou me sentar na primeira fila, passar o rascunho à limpo assim que chegar da escola e garantir minhas notas antes do fim do ano”. Da vida amorosa aos demais relacionamentos, da vida profissional à conduta moral, da vida cristã ao serviço cristão sobram todo tipo de promessa. O fim de ano é bem assim: uma espécie de expurgo das promessas quebradas e do sentimento de fracasso. O romper do ano parece uma anistia da consciência pesada desde que, é claro, novas, sinceras e saudáveis promessas tenham sido feitas. Parece que o perdão para o ano que passou está condicionado à não deixar de tentar fazer a coisa certa. No entanto, passado à folia da primeira madrugada do ano, ao acordar, está tudo do mesmo jeito, exceto o cansaço e a bagunça na cozinha, que parece bem maior. Para aqueles que não festejam em sua casa, há só o cansaço e na geladeira o resto do peru e do arroz com uva-passa que sobraram do natal. Na primeira semana de janeiro vai chegar a fatura do cartão de crédito (maior que o normal), o IPTU, IPVA, etc., e então se percebe que o novo ano não traz novidades, mas tudo continua do mesmo jeito. E já que está tudo do mesmo jeito é natural que as promessas feitas fiquem na distância das emoções do último 31 de dezembro. A verdade, mais nua e crua que o normal, é uma autorização para que não levar à serio as promessas. E mais, se o mundo em nada mudou para melhor, por que eu deveria ser a exceção?
Não deixe que esse sentimento invada seu coração. Pessoas mudam (assista ao filme “16 Quadras”). Creia nisso! O recomeço é a maior de todas as oportunidades de mudança. E mudar para melhor é a maior das virtudes. A bíblia diz que “Aquele que está em Cristo, é nova criação. As coisas velhas se passaram e tudo se fez novo”. O que muda não é o mundo, mas eu mesmo. E quando eu mudo tudo começa a mudar em minha volta. Quando chegar 31 de dezembro, perto da meia noite (ou 4 de janeiro ou 16 de fevereiro, o dia não importa desde que você decida fazer), faça uma oração sincera. Diga a Deus que você deposita n’Ele toda sua confiança, e crê que o sacrifício d’Ele na cruz é o bastante. Diga a Ele que você quer experimentar o que a bíblia diz à respeito de ser nova criação e ser cheio da graça de Cristo.
A Deus toda glória!
Graça e paz
Pr. Damárcio Gutemberg Pereira
Primeira Igreja Batista em Passos

Se você gosta de televisão

Se você gosta de televisão, tendo ou não televisor, aqui está a nova versão do “Salmo 23”, sendo os seus versículos assim:

1º O televisor é o meu pastor, meu crescimento espiritual faltará;
2º Ele faz-me sentar nos pastos mundanos para levantar-me vazio; das coisas de Deus ele toma lugar que eu deveria dar a Deus. Faz-me abandonar os meus deveres de cristão porque tenho que assistir aos meus programas prediletos que ele apresenta;
3º Ele renova meus conhecimentos das coisas do mundo e não me deixa estudar a Palavra de Deus. Ele faz com que eu falte nos cultos ou os assista pela metade;
4º Mesmo eu estando para morrer continuarei assistindo ao meu televisor, enquanto ele funcionar, porque ele é o meu companheiro mais chegado; Suas músicas e sua imagem me consolam;
5º Ela me oferece muita distração trazendo o mundo dentro de minha casa para orientar a minha família. Ela enche a minha cabeça de coisas, de modo que meu cálice transborda e eu estou sempre a falar de seus programas; falo tanto que a Palavra de Deus não tem mais lugar em minha vida, na minha família e na minha casa.
6º Assim sendo, certamente que o mal e a miséria me seguirão todos os dias da minha vida. Porque o meu televisor me faz contrariar a vontade de Deus; Assim habitarei no lugar preparado para o diabo e seus anjos, para todo o sempre.
Graça e paz
Pr. Damárcio Gutemberg Pereira
Primeira Igreja Batista em Passos

Natal de razão e emoção

Não é preciso dizer que o natal tornou-se festa comercial. Alguns insistem em que o natal não passa de mais uma oportunidade aproveitada pelos comerciantes para venderem mais. Isso lá tem sua razão! Afinal, as lojas nos levam ao limite na batalha entre o desejo carnal do consumo e a necessidade real da aquisição. Neste quesito as pessoas práticas, metódicas e racionais saem na frente. Os mais românticos passam dezembro procurando o “espírito do natal”, e até pensam que o encontraram quando passeiam pelas ruas enfeitadas com muitas luzes e crianças correndo ao som de harpas natalinas tocadas pelo serviço de som. Sussurram “este é o espírito do natal” num suspiro melancólico. Pessoas assim pensam em todo mundo. Nos parentes, nos amigos, nos visinhos, nos entes-querido que moram longe, nos enfermos, nos encarcerados, no filhinho da amiga e etc. Entre a razão dos práticos e a emoção dos românticos está um fato histórico que motivou o natal. A razão do natal está no maior acontecimento de todos os tempos, quando Deus resolveu conspirar contra a humanidade virando o jogo. O ser humano sempre quis ser como Deus e viu, boquiaberto, Deus tomar a iniciativa e tornar-se humano. Depois de ser alcançado por esta realidade, Paulo, o Apóstolo, compôs este cântico: “seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens...”. A conspiração divina (esta é uma expressão de Dallas Willard, num livro fascinante que também leva este nome) reside no plano em que Deus veio ao encontro do ser humano, aqui mesmo, em nosso planeta, em nossa casa. A emoção do natal sobra em imagens vívidas em nosso consciente. Mãe virgem sinalizando a divindade da concepção. Casal que não encontra hotel, numa espécie de “estou chegando, mas ninguém me recebe”. Pobreza do local em oposição á riqueza de quem acabara de nascer. Apoteose no céu com anjos cantando e pastores no campo e na madrugada em desabalada carreira, buscando o messias prometido há séculos. Rei enfurecido, cientistas do oriente o adorando e fuga para o Egito, numa mensagem clara a humanidade de que o oriente, hoje rachado entre muçulmanos e judeus tem em Jesus a esperança da unidade. Deixar os pensamentos entregue às histórias de natal é um risco às lágrimas, não só para os românticos. A distância que nos separa do dia e do local do natal não é capaz de nos separar, na mente e no coração, na razão e na emoção, da realidade do natal: Deus está conosco. E isso faz toda a diferença!
A Deus toda glória!
Graça e Paz
Pr. Damárcio Gutemberg Pereira
Primeira Igreja Batista em Passos